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FABRICANTE REDUZ COTAÇÃO DA CELULOSE
29/07/2010

Na esteira de anúncios similares feitos por outras produtoras de celulose de fibra longa e curta no Canadá e no Chile nos últimos dias, a Fibria comunicou a seus clientes que vai reduzir em US$ 50 por tonelada os preços da celulose branqueada de eucalipto que produz a partir de 1º de agosto. A informação foi divulgada nos Estados Unidos pela consultoria especializada RISI. A companhia brasileira informou, por meio de assessoria de imprensa, que não comenta a questão. A Suzano Papel e Celulose, outra grande produtora mundial de celulose branqueada de eucalipto, disse que está avaliando a situação e ainda não tem definição firmada no momento. Essa é a primeira redução nos preços da celulose desde o início do ano, que foi marcado por seis reajustes mensais. Com o corte, a tonelada da matéria-prima será negociada, a partir de agosto, na América do Norte com preço de referência de US$ 900. Na Europa, a cotação cairá a US$ 870 e na Ásia, incluindo China, a US$ 800. Dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) relativos a junho já indicavam acomodação no mercado. As exportações brasileiras de celulose recuaram 10,1% em junho, em relação ao mesmo mês do ano passado, para 682 mil toneladas. Fonte: Painel Florestal



CURSO - REFINAÇÃO DE CELULOSE

Acontece dia 17 e 18 de agosto de 2010, na ABTCP - Rua Zequinha de Abreu, 27 o Curso de Refinação de Celulose, o objetivo do curso é conceituar e discutir os efeitos de refino, bem como suas variáveis operacionais e a interação com as características de papel. Mais informações e inscrição através do email  cursos@abtcp.org.br

SILVICULTURE-SE

Considerando o peso econômico e social do setor florestal e sua alta competitividade internacional, está passando da hora de o governo passar a encará-lo, considerando o seu potencial de desenvolvimento sustentável, de geração de renda e de empregos. O setor, atualmente, tem duas grandes preocupações quanto ao seu futuro. A primeira se refere à legislação ambiental e ao código florestal. Se todas as leis e regulamentos adotados nesses últimos quarenta anos, com preocupação exclusivamente ambiental, fossem cumpridos à risca, 70% das áreas do Brasil não poderiam receber qualquer atividade econômica ou de infraestrutura. A segunda envolve a ação do Ministério Público, que acredita ser a colheita da madeira uma área fim e não uma área meio do empreendimento florestal. Baseado nessa falsa premissa, está exigindo das empresas a primarização da mão de obra e a eliminação do prestador de serviços, inclusive exigindo termos de ajustamento de conduta. Por outro lado, vemos que a terceirização das atividades nas empresas é uma prática adotada em todos os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Fonte: Dep. Abelardo Lupion em Revista Opiniões



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