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SUZANO INVESTIRÁ US$ 1,3 BILHÃO EM ENERGIA RENOVÁVEL
30/07/2010
A Suzano Papel e Celulose está pavimentando o caminho para chegar a 2024, ano em que completará 100 anos de fundação, com atuação e reconhecimento como empresa de base florestal, e não apenas produtora de celulose e papel. Depois de reforçar sua aposta em biotecnologia, com a compra da britânica Futuragene por US$ 82 milhões, a companhia anunciou ontem a criação da Suzano Energia Renovável, com investimento de US$ 800 milhões na primeira fase do negócio. Ao fim da década, outros US$ 500 milhões serão aportados na operação, totalizando US$ 1,3 bilhão investidos. A nova empresa nasce com foco na produção de pellets de madeira, que são utilizados para geração de energia, e no mercado europeu. Até 2014, a Suzano Energia deve contar com três fábricas de pellets, com capacidade produtiva de 1 milhão de toneladas ao ano cada uma. Concluída essa fase, a receita anual da empresa deve girar em torno de US$ 480 milhões. Do caixa gerado pela Suzano Energia devem sair outros US$ 500 milhões que serão investidos na expansão da produção para 5 milhões de toneladas por ano, por meio da implantação de duas novas unidades produtoras. Assim, ao término da segunda etapa de aportes, o faturamento anual da Suzano Energia alcançaria US$ 800 milhões.A decisão sobre os meios de financiamento da nova operação deve ser conhecida em breve, já que a Suzano começa, imediatamente, a buscar terras para o plantio de florestas que alimentarão as três primeiras fábricas de pellets, instaladas em alguma região do Nordeste brasileiro. Para cada unidade, serão necessários 30 mil hectares de florestas - ante 130 mil para abastecer uma fábrica de celulose -, com ciclo de colheita de no máximo três anos. Atualmente, a maior produtora do mundo, a estatal finlandesa Vapo, tem capacidade instalada de 1 milhão de toneladas anuais. A escolha do mercado europeu deve-se à demanda potencial por fontes renováveis de energia, em razão de metas e incentivos concedidos na região.Das 3 milhões de toneladas que a Suzano Energia poderá produzir em 2014, pelo menos 2,7 milhões já estão sob memorando de entendimentos com geradoras de energia europeias. Os pellets correspondem a partículas desidratadas e prensadas de madeira moída, cujo poder calorífico equivale ao dobro do de cavacos e toras. Fonte: Valor On Line
CURSO – PÓS GRADUAÇÃO EM CELULOSE E PAPEL
A ABTCP, em parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACK), abre inscrições para o curso de Pós-Graduação em Tecnologia de Celulose e Papel em São Paulo/SP. Objetivo do Curso: Formação técnico-científica, desenvolvendo a capacidade criativa e de pesquisa; Capacitar profissionais para atender à demanda do mercado de trabalho nas áreas de ensino, pesquisa, controle de qualidade e linha de produção; Ampliar o potencial de atuação e difusão tecnológica no setor; Estimular a investigação científica; Atualizar conhecimentos e técnicas de trabalho em projetos e desenvolvimento industrial; Promover a troca de experiências entre participantes e cientistas, aumentando a cadeia de relacionamentos dos envolvidos; Qualificar profissionais de nível superior. Inscrições: Prazo: até 10 de agosto de 2010. Mais informações: Angelina Martins, tel.(11) 3874-2710, e-mail: angelina@abtcp.org.br ou skype: angelina_abtcp
SILVICULTURE-SE
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio do Fundo Setorial do Agronegócio (CT-Agronegócio), lança o edital 026/2010 e convida os interessados a apresentarem propostas. Os projetos devem ser encaminhados ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas até 9 de setembro de 2010. Serão investidos R$ 8 milhões, oriundos do FNDCT/Fundos Setoriais, a serem liberados em três parcelas.O principal objetivo é apoiar financeiramente projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltados ao reflorestamento em áreas degradadas e ambientes impróprios para produção agrícola, visando à restauração ambiental, serviços ecológicos, produção de madeira, biomassa e outros usos. O proponente deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo celetista ou estatutário com a instituição executora. Desenvolver tecnologias e inovações para reduzir os impactos das ações antrópicas no meio ambiente, enfatizando os reflorestamentos, preferencialmente com espécies nativas, em áreas degradadas; a melhoria da funcionalidade dos ecossistemas, recuperação de habitat e proteção à biodiversidade; a promoção da recomposição florística com espécies nativas, em áreas de interesse estratégico do ponto de vista ecológico e paisagístico; e a difusão do reflorestamento ecológico no país são outros objetivos a serem alcançados. O edital também visa apoiar a estruturação de mecanismos de transferência de tecnologia e de ampliação da formação de recursos humanos nas áreas de interesse do mesmo, e estimular a interação dos diversos atores sociais com potencial de influenciar significativamente os cenários a serem abordados pelos projetos. Dessa forma, será dada ênfase a propostas onde se verifique o envolvimento de empresas, órgãos estaduais, prefeituras, comitês gestores de bacias hidrográficas, OSCIP's e/ou de comunidades. Serão três chamadas de submissão de propostas, conforme sua abrangência. A primeira chamada é para propostas individuais, com valor máximo de financiamento de R$ 100 mil. A chamada 2ª se volta a projetos que integrem mais de um grupo de pesquisa e o investimento máximo é de R$ 200 mil. Já a Chamada 3ª envolve projetos em rede, voltados à validação de modelos de transferência de tecnologia ou de serviços especializados de apoio ao reflorestamento. Estes devem possuir abrangência institucional, reunindo distintos grupos de pesquisa e integrando linhas temáticas. O valor máximo de financiamento é de R$ 600 mil. As propostas a serem apoiadas deverão ter seu prazo máximo de execução estabelecido em 36 meses. A divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet está prevista para novembro. Fonte: Painelflorestal
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