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SENADO QUER CERRADO E CAATINGA COMO PATRIMÔNIO NACIONAL
12/07/2010



O Senado incluiu na terça-feira (6) o Cerrado e a Caatinga entre os biomas considerados patrimônio nacional. Com a mudança, eles se equiparam à Floresta Amazônica e ao Pantanal que já são constitucionalmente considerados patrimônios do país – na tentativa de aumentar o rigor sobre o controle dos biomas para evitar a exploração indevida dos recursos naturais. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) com a mudança segue agora para análise da Câmara. Relator da proposta, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que o texto conserta um “erro histórico” que excluiu os biomas da lista de patrimônios nacionais. “Não podemos permanecer inertes frente à dilapidação do patrimônio natural representado por essas formações vegetais”, afirmou. (Fonte: Folha.com)



LANÇAMENTO DO LIVRO - O VALOR DAS FLORESTAS

Neste dia 13 de julho, às 19h30, na Livraria da Vila – na Alameda Lorena, 1731- Jardim América, em São Paulo - SP, a editora Terra das Artes lança o livro  O Valor das Florestas. Organizada pelos especialistas Marco Antonio Fujihara, Roberto Cavalcanti, Andre Guimarães e Rubens Garlipp, a publicação aborda a importância e o uso das florestas no mundo e no Brasil, apresentando oportunidades de se obterem produtos e serviços ambientais a partir de procedimentos sustentáveis que podem beneficiar toda a sociedade. O objetivo da obra é ajudar o leitor a encontrar explicações para muitas dúvidas relativas ao tema, incluindo a relação das florestas naturais e plantadas com bens e serviços ambientais, econômicos e sociais, e a compreender que o real valor das florestas está na sua existência, transcendendo os valores, muitas vezes imediatistas, que o mercado e as pessoas lhes atribuem. O livro aborda a questão da importância das florestas para a solução dos principais desafios ambientais do planeta, como a conservação do solo e da biodiversidade, a manutenção e regularização de regimes hídricos e a melhoria na qualidade do ar. No que se refere à mudança climática, mostra que a regeneração e o plantio de novas florestas ajudam a compensar, pelo menos em parte, as emissões de gás carbônico decorrentes de queimadas. Também trata de sua importância econômica, pelo fornecimento de madeira, derivados e outros produtos fundamentais inclusive para a medicina. Os produtos florestais adicionam cerca de US$ 470 bilhões ao produto interno bruto global e o comércio internacional anual relativo ao setor é da ordem de US$ 330 bilhões. Diante dessa importância econômica, social e ambiental, as florestas integram a agenda política internacional com destaque. Propostas de ações para sua valorização, conservação, utilização racional e práticas de comércio justas aparecem em várias convenções e tratados da Organização das Nações Unidas, como a Convenção da Diversidade Biológica, a Convenção do Combate à Desertificação e a Convenção de Mudança do Clima, entre outras, temas que também são discutidos no texto.

SILVICULTURE-SE

ESALQ INAUGURA BUSTO DE CRIADOR DE CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL Neste 12 de julho, a inauguração,  às 17h00,  na  Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da USP, em Piracicaba,   no saguão de entrada do prédio principal do Departamento de Ciências Florestais, o busto do professor Helládio do Amaral Mello, líder da criação do Departamento, do curso de Engenharia Florestal e do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF).A inauguração faz parte das comemorações para homenagear os profissionais da área, que terá continuação na Semana Luiz de Queiroz, que vai ocorrer de 4 a 9 de outubro. Criado em 1971 na ESALQ, o curso de Engenharia Florestal foi instalado a partir de 1972. Já no ano seguinte, em 1973, era formada a primeira turma composta por nove engenheiros. Ele está fundamentalmente apoiado em disciplinas essenciais e optativas oferecidas pela faculdade.  Fonte: USP Online



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