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DEMANDA POR CARVÃO CAI 5% EM MG
16/07/2010
A demanda por carvão vegetal em Minas Gerais está novamente em queda, o que está provocando redução dos preços de comercialização. Entre maio e junho foi registrada uma retração próxima a 5%, sendo o carvão comercializado a R$ 130 o metro cúbico (mdc). O principal fator atribuído ao retrocesso do setor é a enfrentada pelo parque guseiro em Minas Gerais em virtude da elevação do preço do minério de ferro e da redução das exportações, o que poderá inviabilizar as operações do segmento. Três usinas já abafaram os altos-fornos no Estado. Até maio a comercialização de carvão estava em alta. A cotação do metro cúbico chegou a subir cerca de 30% ao longo do primeiro trimestre na comparação com igual período do ano anterior. Mesmo com incremento, os valores vigentes no período antes da crise financeira mundial não chegaram a ser atingidos. Em 2010, os valores do carvão mostravam sinais de recuperação. O preço médio do carvão ficou em R$ 104 em janeiro, R$ 107 em fevereiro, fechou março cotado a R$ 112, abril a R$ 129, maio a R$ 134 e voltou a cair em junho, fechando o mês a R$ 130. Em meados de 2008, período antes da crise, o valor pago pelo metro cúbico do produto girava em torno de R$ 200. De acordo com o Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindifer-MG), a alta fixada pelas mineradoras a partir de 1º de julho inviabilizará a continuidade das operações de algumas empresas no Estado. Os preços do gusa estão abaixo dos praticados no período pré-crise, e a elevação do custo de produção não poderá ser repassado. Atualmente, o gusa de aciaria é comercializado entre R$ 700 e R$ 800 a tonelada. Em 2010, já foram realizadas dois reajustes do minério de ferro. Na primeira elevação, as mineradoras chegaram a estabelecer um aumento de 100% nos preços. Fonte: AMS
DURATEX COMPRA SETE FAZENDAS DE FLORESTAS EM SP
A Duratex comprou sete fazendas, com área total de 8.671 hectares com florestas formadas, no Estado de São Paulo, por R$ 148 milhões. Com a aquisição, realizada por meio de leilão, a área total ocupada pelas florestas da Duratex soma 224 mil hectares (52% em terras próprias e 48% em terras arrendadas), dos quais cerca de 60% estão localizados no Estado de São Paulo, 30% no Triângulo Mineiro e 10% no Rio Grande do Sul. "Esta operação está alinhada com nossa estratégia de modelo integrado de abastecimento às fábricas de painéis. Deste modo, nossa logística e produtividade florestal permitirão o fornecimento de madeira em condições bastante favoráveis de custo às futuras expansões no Estado de São Paulo", disse a companhia em fato relevante. Fonte: Valor On Line
SILVICULTURE-SE
Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, estão desenvolvendo um estudo sobre o uso sustentável do pinhão e a conservação da araucária. A árvore, típica da região sul do país, está ameaçada de extinção, mas, a sua semente pode ser uma fonte de renda para pequenos agricultores. O estudo “Fundamentos para a conservação da araucária e uso sustentável do pinhão“, coordenado pelo professor do Núcleo de Pesquisas em Florestas Tropicais da UFSC, Maurício Sedrez dos Reis, avalia as formas de aproveitamento da semente, que apresenta forte apelo cultural e valor nutricional. Além da UFSC, participam pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina, Udesc, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, e Floresta Nacional de Três Barras, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade. Fonte: AmbienteBrasil
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