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SEGMENTO DE MÓVEIS
23/07/2010



A conjuntura atual do setor moveleiro, neste mês de julho de 2010, apresenta-se bastante favorável decorrente de uma demanda aquecida e uma oferta re-estruturada e renovada, dado um ambiente econômico mais propício para o afloramento de novos investimentos que o setor foi capaz de incorporar. Esse otimismo deve-se a vários fatores atuando no mercado, tanto do lado da demanda de móveis quanto ao lado da oferta. Do lado da demanda, tem se percebido um forte crescimento do número de consumidores em virtude da recuperação econômica interna e externa, também em virtude do crescimento e expansão do mercado interno pela incorporação de novos consumidores nas chamas classe C e D favorecidas por programas sociais, pelo aumento do emprego e da renda no país. Do lado da oferta, a isenção do IPI, em 2009 e que prevaleceu até o inicio de 2010 foi um fator crucial para redução do custo de produção, que refletiu no aumento de investimentos do setor em novos maquinários e em matérias-primas importantes. Desse modo, o setor, em todos os principais pólos moveleiros do país, pôde não apenas suportar a queda temporária da demanda durante o ano de 2009, mas, ao mesmo tempo, foi estimulado a uma retomada de investimentos para expansão da produção, e mais importante ainda, para modernização, remodelação e adequação dos móveis, através de inovações, design e participação em feiras nacionais e internacionais.  Fonte: CIFLORESTAS


IMPORTAÇÃO DE INIMIGO NATURAL DE PRAGA DO EUCALIPTO

O percevejo bronzeado (Thaumastocoris peregrinus) é atualmente uma das pragas do eucalipto de maior preocupação, estando presente em nove estados brasileiros. De origem australiana, a praga tem como único inimigo natural o parasitóide de ovos Cleruchoides noackae (Hymenoptera: Mymaridae). Países como África do Sul e Chile estão realizando a importação do parasitóide na tentativa de controlar a praga. Com este propósito, pesquisadores do Programa de Proteção Florestal (PROTEF/IPEF) e da Embrapa viajaram à Austrália no mês de junho, realizando coletas do parasitóide na região de Sydney (New South Wales) e em Brisbane (Queesland). O Prof. Carlos F. Wilcken, coordenador do PROTEF/IPEF, e o pesquisador Luiz Alexandre N. de Sá, responsável pelo Laboratório de Quarentena “Costa Lima” da Embrapa Meio Ambiente, foram recebidos pela Dra. Ann Noack, da University of Sydney, e pelo Dr. Simon Lawson, da Agri Science Queensland, que orientaram os brasileiros na escolha dos locais de coleta e no preparo do material. De acordo com Wilcken, a Austrália não possui um sistema estabelecido de criação do parasitóide em laboratório. “As informações sobre biologia e técnicas de criação que recebemos foram escassas ou inexistentes. Portanto, estamos começando os estudos do zero”, diz. Já no Brasil, o material foi levado ao Laboratório de Quarentena da Embrapa Meio Ambiente, onde os parasitóides receberam ovos sadios do percevejo bronzeado. Espécimes do C. noackae foram analisadas pelo especialista Valmir Costa, do Instituto de Biologia da Unicamp, que confirmou a identificação do parasitóide. Em condições de laboratório, a emergência do parasitóide vem ocorrendo entre 21 e 22 dias após o parasitismo dos ovos do percevejo. O próximo passo é o envio do parasitóide aos laboratórios da Unesp/Botucatu e da Embrapa Florestas para multiplicação. Os insetos obtidos serão utilizados para estudos básicos sobre biologia e capacidade de parasitismo. As primeiras liberações em campo, nas áreas das empresas participantes do Projeto Cooperativo de Manejo de Pragas Exóticas do Eucalipto (PCMPEE), estão previstas para setembro deste ano. Fonte: IPEF Express

SILVICULTURE-SE

A cultura florestal brasileira é restrita a uma pequena parcela da sociedade e facilmente influenciável por interesses nem sempre ambientais. A exemplo, a contínua propagação de que o consumo de papel gera avanço no desmatamento. Essa é a maior demonstração do desconhecimento de causa dos promotores dessa campanha, que perderá força à medida que houver a divulgação maciça acerca das riquezas geradas por esse setor e pela consciência ambiental que ele tem expressado ao longo de anos. Veremos uma nação disposta a expandir seus horizontes plantando árvores para preservar o meio ambiente, restaurando áreas degradadas, conservando o solo, protegendo a biodiversidade, contribuindo significativamente no seqüestro de CO2. Fonte:Marlos Schmidt em Revista Opiniões



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